Eram os deuses astronautas?

Quando era adolescente, li [Michelson Borges] Eram os Deuses Astronautas, de Erich von Däniken. O livro é pura lavagem cerebral, já que sugere numa página coisas como: "Suponhamos que os desenhos primitivos de deuses representassem, na verdade, astronautas." Mas algumas páginas adiante, o autor afirmava: "Os desenhos primitivos que representavam deuses eram, na verdade, astronautas."

Eram os deuses astronautas - DVD DVD – Eram os deuses astronautas?

E assim ele vai induzindo os incautos a acreditarem em suas teses absurdas. Alguns anos depois, o próprio Däniken publicou Será que Eu Estava Errado?, admitindo ter errado ou exagerado muita coisa no livro anterior. Por ter tido contato com essas idéias extravagantes no passado é que a notícia abaixo, publicada no G1, me chamou ainda mais a atenção:

Sera que eu estava errado Livro – Será que eu estava errado? Von Däniken

Indiana Jones que nos perdoe, mas nenhum arqueólogo que se preze cairia no conto dos maias alienígenas, como o herói do chapéu e do chicote faz em seu último filme. Não vamos nem entrar no mérito das caveiras de cristal, fraudes óbvias do século 19 produzidas com tecnologia industrial. Duro de engolir mesmo é a idéia, muito disseminada, de que toda civilização antiga com construções nababescas e aparente falta de tecnologia avançada só teria conseguido seus avanços com a ajuda de ETs.”

Indiana Jones e seu filho Indiana Jones e seu filho no quarto filme da série

“Uma das expressões mais populares dessa idéia é a expressão "Eram os deuses astronautas?", cunhada em um dos livros do escritor suíço Erich von Däniken. A tese estapafúrdia diz, grosso modo, que os deuses de quase todas as mitologias antigas eram, na verdade, seres alienígenas que trouxeram técnicas e conhecimentos avançados para os seres humanos primitivos. Os partidários da idéia usam as pinturas e esculturas antigas como 'evidência' da passagem desses 'deuses astronautas' pela Terra. O único problema é que não se deram ao trabalho de olhar direito o registro arqueológico.

Von Daniken Von Däniken

Primeiro, o registro arqueológico mostra que nenhum povo antigo das Américas (e, aliás, do mundo) jamais andou produzindo caveiras de cristal. Em segundo lugar, sugere que as sementes das grandes civilizações apareceram gradualmente na América Central, no Egito e na ilha de Páscoa, sem a necessidade de qualquer influência externa. E, finalmente, dá indícios claros de que nenhuma tecnologia mágica foi necessária para construir pirâmides ou outros megamonumentos: só conhecimento empírico, bom planejamento e muita, mas muita força bruta mesmo.”

Máscara de Jade, representando o deus Maia Máscara representando o deus Maia, uma leve lembrança a Caveira de Cristal do filme de Jones

“A origem das grandes civilizações americanas, que incluem não só os maias como os astecas, incas, toltecas e olmecas, sempre foi terreno fértil para idéias de jerico e preconceitos. O problema começava já com a maneira de pensar dos conquistadores espanhóis, que não aceitavam que meros 'selvagens' pagãos fossem capazes de construir cidades como Tikal, que não chegou a ser vista pelos europeus mas, em seu apogeu, por volta do ano 800, chegou a abrigar mais de 100 mil habitantes.”


“No século 19, antes que a construção desses complexos fosse atribuída a alienígenas ou habitantes do continente perdido da Atlântida, 'várias teorias diziam que a origem da civilização nas Américas tinha se dado com supostas viagens e migrações vindas do Velho Mundo', escreve Robert J. Sharer, antropólogo e arqueólogo da Universidade da Pensilvânia (EUA).”

Robert J Sharer Robert J. Sharer


“Assim, os mexicas [astecas], incas e maias eram vistos como colonos esquecidos das civilizações do Egito, da Grécia, de Cartago, de Israel ou de Roma', diz Sharer. Na verdade, o parentesco biológico dos povos responsáveis pelas grandes civilizações da América com tribos de caçadores-coletores da Amazônia ou do Arizona é indiscutível. A influência egípcia é zero, portanto. Mas, mais importante ainda, os impérios das Américas não surgiram num passe de mágica.”


“No mais recente filme da série 'Indiana Jones', o arqueólogo-galã dá de cara com pinturas representando alienígenas dando aos povos humanos antigos o conhecimento sobre a agricultura, as técnicas artesanais, a arquitetura e outras artes essenciais para a civilização.”


“Ficção à parte, se uma raça avançadíssima do espaço sideral foi mesmo a responsável pelo surgimento das grandes civilizações no nosso continente e em outros lugares, a única coisa que se pode dizer a respeito é que ela foi um bocado incompetente. Isso porque os ancestrais dos maias e outros povos demoraram milênios para começar seus projetos faraônicos. Mapeando a origem de tais culturas, os arqueólogos descobriram uma evolução lenta e gradual, que começa com meros caçadores-coletores e vai tomando fôlego devagarinho, graças inicialmente à domesticação do milho e outros produtos agrícolas entre 7.500 anos e 9.000 anos atrás.”


Chichen Itza Chichen Itza

“A centralização de poder e o começo de construções respeitáveis demorou um bocado, conforme as vilas de agricultores começavam a crescer em população e estabelecer redes de alianças e domínios. Os primeiros assentamentos que poderiam ser considerados maias só surgem há menos de 4.000 anos, e os monumentos iniciais desse povo são simples montículos artificiais usados como túmulos há uns 3.000 anos.”


“O apogeu da civilização maia começa apenas por volta do começo da Era Cristã, com grandes cidades, pirâmides, praças majestosas e uso extenso de um tipo complicado de escrita. Como tamanhos monumentos de pedra poderiam ter sido erigidos no meio da floresta tropical do México, da Guatemala e de Belize?”

“Essas obras não são tão surpreendentes quanto parecem. Embora os maias só contassem com ferramentas de pedra para realizá-las, é preciso lembrar que eles utilizavam quase sempre rochas calcárias, relativamente fáceis de trabalhar nessas condições. Também não há sinais de que eles tenham transportado a matéria-prima de muito longe: as pedreiras calcárias eram quase sempre exploradas localmente pelos governantes maias. (Mesmo que fosse necessário buscar pedras longe, o uso de trenós de madeira pelos egípcios durante a construção das pirâmides mostra que não eram necessários guindastes motorizados para fazer esse tipo de serviço na Antigüidade.)”

“Os maias e outros povos da região desenvolveram uma forma relativamente tosca de cimento, também feita à base de rochas calcárias, para o acabamento de seus edifícios. Eles complementavam a falta de ferramentas de metal com um conhecimento teórico bastante avançado de matemática, que lhes permitia boa precisão nas medições de blocos de construção, por exemplo.”

“Também nesse caso, assim como nos conhecimentos dos antigos povos da América sobre astronomia, não há nada de mágico. Todos os povos antigos tinham facilidade para acompanhar os ciclos astronômicos naturais por meio de observação sistemática dos céus. Se por algum motivo a cultura deles atribuía um significado religioso e ritual a esses ciclos, um passo natural era desenvolver técnicas para medi-los com precisão - o que, aliás, também foi feito no antigo Egito e na Mesopotâmia (atual Iraque).”

Nota: É interessante notar os paralelos existentes entre a culturas ameríndias e a egípcia, por exemplo, a começar pelas pirâmides. Se pensarmos numa dispersão populacional a partir da Ásia (Monte Ararate), vindo os primeiros grupos para as Américas via Estreito de Bering, fica mais "fácil" entender esses elementos comuns a culturas tão distantes no tempo e no espaço. Nos aspectos lingüístico e tecnológico, elas parecem demonstrar uma mesma matriz cultural e um conhecimento tão avançado que rivaliza com o atual.[MB]

Fonte:

1) http://criacionista.blogspot.com/2008/06/arqueologia-prova-que-deuses-no-eram.html

2) http://g1.globo.com/Noticias/0,,MUL585566-9982,00-ARQUEOLOGIA+PROVA+SEM+SOBRA+DE+DUVIDA+DEUSES+NAO+ERAM+ASTRONAUTAS.html

Catinho da História - Parte II

O QUADRO:

A SANTA CEIA DE CRISTO

Em Milão, na Itália, há um quadro, hoje restaurado, no qual Leonardo Da Vinci procurou com muito empenho retratar a última ceia de Cristo e Seus discípulos. Ele foi pintado no refeitório do mosteiro dominicano de Santa Maria delle Grazie. Em 1923, foi publicada uma história em relação a essa pintura que é por muitos considerada como um genuíno relato.

Quadro de Da Vinci, A Santa Ceia Quadro a Última Ceia de Da Vinci

Conta-se que Da Vinci sempre usava pessoas reais como modelos para suas pinturas. Assim, seriam os próprios vizinhos do convento que posariam para a composição dos apóstolos à mesa. Havia, porém, um problema inicial: Como encontrar alguém tão perfeito para retratar o rosto de Cristo?

Leonardo Da VinciLeonardo Da Vinci

De acordo com essa versão “centenas e centenas de jovens foram cuidadosamente avaliados pelo artista a fim de encontrar uma face e personalidade que exibissem uma inocente beleza, livre de qualquer cicatriz ou marca causada pelo pecado”. Finalmente, ele encontrou um jovem de 19 anos e, durante seis meses, trabalhou retratando, com base naquele rapaz, o rosto do Filho de Deus.

Uma vez pintado o rosto de Cristo, Da Vinci seguiu pintando os demais apóstolos a partir dos rostos de moradores da região, que se apresentavam voluntariamente como modelos. Ele pintou Pedro, André, Tiago, João e todos os demais, com exceção de Judas. É que seria difícil encontrar alguém que se desse ao papel de emprestar seu próprio rosto para retratar o traidor do Filho de Deus. Isso seria o mesmo que assinar o atestado de autodesprezo e desamor próprio.

Santa Maria delle Grazie IPraça Central do Mosteiro de Santa Maria delle Grazie

Tendo dificuldades em encontrar um Judas apropriado, Da Vinci despendeu muito tempo procurando alguém entre os criminosos de um presídio local. O superior do mosteiro, chateado com a demora, começou a sugerir que o atraso do artista devia, na verdade, à sua preguiça e não a qualquer dificuldade em encontrar o modelo adequado. A isto, Leonardo respondeu: “De fato, eu tenho dificuldades em encontrar um Judas no meio dos homens, mas se for pressionado, saibam que o superior seria um excelente modelo!”

Santa Maria delle Grazie II

Vista superior do mosteiro de Santa Maria delle Grazie

Depois de seis anos de intensa procura, Da Vinci finalmente encontrou um homem que estava preso numa masmorra em Roma. Tratava-se de um trapo de gente. Constantemente bêbado, aquele sujeito tinha um cheiro horrível e nenhuma consideração por si mesmo. Era o modelo perfeito para Judas!

masmorraMasmorra Romana

Por uma ordem especial do rei, o prisioneiro pôde partir com Leonardo para Milão, onde por vários meses o artista trabalhou fazendo daquele miserável o último personagem que completaria a pintura. Terminando o trabalho, o condenado deveria retornar junto com seu carcereiro para continuar preso em Roma. Antes mesmo de sair, ele começou a chorar e, entre gritos virou-se para Da Vinci dizendo:

- “Sr. Leonardo, olhe para mim mais uma vez! O senhor não me reconhece?”

Olhando de perto o homem, Da Vinci respondeu:

- “Há algo de familiar no seus olhos, mas não me recordo de tê-lo visto antes”

- “Oh, senhor Da Vinci, olhe de novo” – gritava fortemente o homem - “Eu sou o seu Cristo, ou melhor, fui, quando há sete anos eu era um jovem e o senhor me escolheu para retratar o rosto do Mestre. Veja, porém, o que fiz com minha vida. Hoje, retrato Judas. Tornei-me um verme. Oh Deus, como pude cair tanto?”

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Se Da Vinci vivesse em nossos dias e estivesse escolhendo pessoas para retratar a Santa Ceia, seria possível usar o seu semblante para retratar a Santa Ceia, seria possível usar o seu semblante para retratar a beleza espiritual do Filho de Deus?

Pense nisso e não permita jamais que seu rosto sirva para retratar um traidor. Deus ama você e quer torná-lo a cada dia mais semelhante a Jesus e mais distante da aparência de um Judas.

Rei Francis IRei Francis I

Em 1517, o rei da França, Francis I, ofereceu a Da Vinci uma bela casa em Ambroise, onde o artista morou durante os últimos dias de sua vida até morrer em 1519, com a idade de 67 anos. Comentando a genialidade desse homem, Freud resumiu sua vida descrevendo-o como uma pessoa “que acordou muito cedo, ainda no escuro, enquanto outros dormiam”. Da Vinci era um homem firme que cria realmente em Deus!

Rei Francis I no leito de Morte de Da VinciRei Francis I no leito de morte de Da Vinci

REFERÊNCIAS:

Dr. Rodrigo P. Silva. Eles criam em Deus: Bibliografia de cientistas e sua fé criacionista. Casa Publicadora Brasileira, Tatuí, 2004. p.8-9

Estou com Darwin (nisto) e não abro!

Charles DarwinDarwin era um homem inteligente e em muitos aspectos mais mente aberta que seus seguidores fundamentalistas de hoje. Em 1859, ele tinha uma política educacional idêntica à esposada pela Educação Adventista e pela Mackenzie:


“Estou bem a par do fato de existirem neste volume [A Origem das Espécies] pouquíssimas afirmativas acerca das quais não se possam invocar diversos fatos passíveis de levar a conclusões diametralmente opostas àquelas às quais cheguei. Uma conclusão satisfatória só poderá ser alcançada através do exame e confronto dos fatos e argumentos em prol deste ou daquele ponto de vista, e tal coisa seria impossível de se fazer na presente obra”

(Charles Darwin, A Origem das Espécies, Belo Horizonte, Villa Rica, 1994, p.36 – itálico acrescentado).


Darwin - Origens das EspeciesLembre-se de que o jornalista científico da Folha, Marcelo Leite, disse que não dão espaço aos criacionistas naquele jornal e que o Richard “Devoto de Darwin” Dawkins se recusa a debater com criacionistas e proponentes do Design Inteligente para não lhes dar “verniz de respeitabilidade”. Deviam ler mais Darwin.

“A ciência ultimamente lembra mais a religião do que qualquer outra coisa. Como conseqüência, ela sofre dos mesmo problemas que historicamente afetaram a religião: triunfalismo, arrogância e falta de autocrítica” (William Hurlbut, Folha de S. Paulo, A12, 23 de janeiro de 2006).

Fonte: Estou com Darwin (nisto) e não abro

Nota: Não há o que acrescentar no texto de Michelson Borges que é bem claro na informação, cabe a você transformá-la em conhecimento.

O artigo de Ricardo Iglesias Rio da Revista Ciência Hoje (v.42, n.250 – Julho/2008), tem como título DARWIN: Muito famoso e pouco lido (baixe o artigo aqui) resume o que acontece com muitos debatedores da discussão (sem evolução) sobre o EVOLUCIONISMO x CRIACIONISMO.

E essa crítica é também para os que defendem, assim como eu, uma harmonia entre a ciência e a existência através de um Criador, que muitas vezes escrevem e falam tantas coisas sem fundamento que acabam por piorar um esclarecimento racional.

Cosmologia e a hipótese de Deus

Este breve exame sobre a natureza do universo leva a considerar a admissão da hipótese de Deus de uma maneira mais geral.

Recordo-me do Salmo 19, em que Davi escreve:

“Os céus proclamam a glória de Deus e o firmamento anuncia as obras de Tuas mãos”.

Nebulosa de Orion, telescopio Hubble

Nebulosa de Órion

É claro que a visão de mundo científica não é totalmente suficiente para responder a todas questões interessantes sobre a origem do universo e não há nada essencialmente em conflito entre a idéia de um Deus criador e o que a ciência revelou.

Na verdade, a hipótese de Deus soluciona algumas questões de profundidade mais problemática sobre o que veio antes do Big Bang e por que o universo parece tão exatamente acertado para que estejamos aqui.

Big-Bang

Big Bang

Para o teísta, que é guiado pelo argumento da Lei Moral, buscar um Deus que não só enxerga o universo em movimento, mas também se interessa pelos seres humanos, uma síntese como essa pode ser prontamente alcançada.

A argumentação seria algo assim:

a) Se Deus existe, é sobrenatural.

b) Se Ele é sobrenatural, não é limitado pelas leis naturais.

c) Se não é limitado pelas leis naturais, não há motivo para que seja limitado pelo tempo.

d) Se não é limitado pelo tempo, Ele está no passado, no presente e no futuro.

A conseqüência dessas conclusões seria:

1) Ele poderia existir antes do Big Bang e depois que o universo sumisse, caso isso viesse a acontecer.

2) Ele poderia saber o resultado exato da formação do universo antes de este ter começado.

3) Ele saberia de antemão se um planeta próximo das margens externas de uma galáxia espiral comum poderia ter as características certas para permitir a vida.

4) Ele saberia poder antecipação que tal planeta levaria ao desenvolvimento de criaturas conscientes, por meio de mecanismos de evolução e seleção natural.

5) Ele poderia também saber, antecipadamente, os pensamentos e ações dessas criaturas, mesmo se estas tivessem livre-arbítrio.

(…) A síntese da proposta não pretende atenuar todos os desafios e áreas de desavença. Aqueles que acreditam em determinadas religiões do mundo na certa acham dificuldades específicas em alguns dos detalhes sobre a origem do universo prevista pela ciência.

Einstein

Albert Einstein

Deístas como Einstein, de acordo com os quais Deus iniciou todos os processos, porém, em seguida, deixou de prestar atenção aos desenvolvimentos posteriores, sentem-se em geral à vontade com as conclusões recentes da Física e da Cosmologia, com a possível exceção do princípio da incerteza. No entanto, o grau de conforto das religiões teístas mais importantes apresenta algum tipo de variável. A idéia de um começo do universo não têm correspondência total com o budismobuda , de acordo com o qual um universo oscilante seria mais compatível. Contudo, os ramos teístas do hinduísmo não entram em grandes conflitos com o Big Bang. Nem a maioria dos intérpretes do Islã.

Para a tradição judaico-cristã, as palavras de abertura do Gênesis “No princípio, Deus criou os céus e a Terra” são totalmente compatíveis com o Big Bang. Em um exemplo notável, o papa Pio XII, da Igreja Católica Romana, deu um sólido apoio às teorias do Big Bang mesmo antes que suas escoras científicas fossem bem estabelecidas.

Pio XIIPapa Pio XII

Nem todas as interpretações cristãs, porém, deram tanto respaldo a essa visão científica do universo. Os que interpretam o Gênesis em termos completamente literais concluem que a Terra tem apenas 6 mil anos de existência e, portanto, rejeitam a maior parte das conclusões já citadas. A postura deles é, de certa forma, compreensível como um apelo à verdade: os que professam uma religião que se encontra escorada por textos sagrados fazem objeção diretamente a interpretações imprecisas de seus significados.

Textos que parecem narrar eventos históricos devem ser interpretados como alegorias somente se evidências fortes exigirem isso.

Mas o livro de Gênesis encontra-se nessa categoria?

Sem dúvida alguma, a linguem é poética.

Ele apresenta licença poética?

Não se trata de uma questão do mundo moderno: ao longo da história debates alastraram-se entre os que defendiam ou não a interpretação literal.

Santo Agostinho

Santo Agostinho – Janela do Lightner Museum

Santo Agostinho, provavelmente em dos maiores intelectuais religiosos, tinha especial consciência dos riscos de transformar textos bíblicos em obras científicas exatas e escreveu, referindo-se especificamente ao Gênesis:

Em questões tão obscuras e que se acham muito além de nossa visão, encontramos, nas Sagradas Escrituras, passagens que podem ser interpretadas nas mais diversas formas, sem prejuízo à fé que recebemos. Em tais casos, não devemos nos precipitar e assumir uma posição tão firme sobre um lado que, caso um futuro progresso na busca pela verdade abale esta posição, nós também venhamos a cair com ela.”

(Santo Agostinho, Comentário ao Gênesis, 1:41)

Os conflitos potenciais entre a CIÊNCIA e a FÉ, pelo menos como são percebidos, continuarão aparecendo. Contudo, se pusermos em prática o conselho de Santo Agostinho de maneira sábia, elaborado mais de mil anos antes que houvesse algum motivo para pedir desculpas a Darwin, seremos capazes de encontrar uma harmonia consistente e profundamente satisfatória entre ambas as visões de mundo.

REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

COLLINS, Francis C. A linguagem de Deus: Um cientista apresenta evidências de que Ele existe. São Paulo, Ed. Gente, 2007. 278 p.

O que os olhos não vêem o coração não sente!

E você ainda acha que toda informação que recebe via internet, TV, radio, jornal e revista é 100% segura, né?

E você ainda acredita que o rigor da lei funciona neste país de forma igualitária a todos os brasileiros, independente do nível social que ele possui?

Esta imagem não é montagem e este post está mais para um desabafo…

Certas informações não podem ser omitidas ou ocultadas, deixem que isso ocorra pelas manipuladoras de mídia, não preciso nem dar nomes aos mesmos, tenho certeza, que você, caro leitor, irá reconhecer uma quando a vir.

O mar é lindo não é verdade?

mar

Vejam o que acham da imagem abaixo então…

Absurdo no fundo do mar

Olhe só então esse mar de borracha não utilizada mais!

Se você puder parar por um minuto que seja e refletir um pouco sobre a capacidade de suporte do Planeta por quanto tempo mais aguentará nosso estilo extremamente capitalista de vida, onde o termo “reutilização” se tornou antiquado à tecnologia e o consumismo te faz comprar, comprar e comprar (nem que seja com um dinheiro que você não tem - financiado).

Na verdade, somos manipulados desde que nascemos!

Mas você tem o poder de se libertar, basta que busque a fonte correta.

A Palavra de Deus diz:

O temor do SENHOR é o princípio do conhecimento; os loucos desprezam a sabedoria e a instrução.

(Provérbios 1:7)

Você pode viver em liberdade!

Ou você também acha que os bandidos que estão na cadeia são os únicos que vivem presos?

Se você olhar a fundo, verá que talvez eles possam viver em mais liberdade que você!

Sobre a imagem acima o livro de Apocalipse 11:18, nos adverte:

E iraram-se as nações, e veio a tua ira, e o tempo dos mortos, para que sejam julgados, e o tempo de dares o galardão aos profetas, teus servos, e aos santos, e aos que temem o teu nome, a pequenos e a grandes, e o tempo de destruíres os que destroem a terra.”

O meu sincero desejo é que todos possam perder as escamas que prendem as visões e possam ver além do que lhes é oferecido e possamos meditar na Palavra do Senhor, sempre como guia e instrução de sabedoria, portanto finalizo assim.

“Porque o SENHOR dá a sabedoria; da Sua boca é que vem o CONHECIMENTO e o ENTENDIMENTO.”

(Provérbios 2:6)