O fim dos Dinossauros

Agência FAPESP – A conhecida teoria de que os dinossauros teriam sido extintos pelas consequências da queda de um asteroide há 65 milhões de anos acaba de levar um importante golpe.

Segundo um novo estudo, o impacto que formou a cratera de Chicxulub, no México, com 180 quilômetros de diâmetro, não levou à extinção em massa no fim do período Cretáceo, quando desapareceu uma enorme quantidade de espécies de animais e plantas.

ChicxulubMapa do ponto de impacto do meteoro

Em artigo publicado na edição desta segunda (27/4) do Journal of the Geological Society, um grupo internacional de pesquisadores descreve que a queda do asteroide teria ocorrido pelo menos 300 mil anos antes da extinção.

O estudo, feito a partir de análises em cortes de sedimentos rochosos, foi coordenado por uma das principais opositoras da teoria de que a extinção teria sido provocada pelo impacto, Gerta Keller, da Universidade Princeton, nos Estados Unidos.

estratigrafia Exemplo de área com sedimentos dispostos formando estratos geológicos

“Keller e colegas continuam a reunir informações estratigráficas [ramo da geologia que estuda a sucessão das camadas ou estratos que aparecem em um corte geológico] detalhadas que confirmam uma nova compreensão a respeito do impacto de Chicxulub e a extinção no fim do Cretáceo. Os dois eventos podem não ter qualquer relação”, disse Richard Lane, diretor da Divisão de Ciências da Terra da National Science Foundation (NSF), que apoiou o estudo.

“Verificamos que entre 4 e 9 metros de sedimentos foram depositados a cerca de 2 ou 3 centímetros a cada mil anos após o impacto. O nível da extinção em massa pode ser observado em sedimentos bem acima desse intervalo”, disse Gerta.

Defensores da teoria de Chicxulub apontam que a cratera e o evento de extinção aparecem distantes no registro sedimentar por conta de distúrbios provocados pelo terremoto ou por um tsunami resultante do impacto do asteroide.

“O problema com essa ideia é que o complexo de arenito não foi depositado por horas e dias, como seria o caso em um tsunami, mas sim por um período muito longo”, disse Keller.

O estudo verificou que os sedimentos que separam os dois eventos são característicos de sedimentação normal, sem evidência de distúrbios estruturais.

Os cientistas também encontraram evidências de que o impacto de Chicxulub não teve o efeito dramático na diversidade de espécies tal qual se estimava. Em escavação na região de El Penon, o grupo encontrou registros de 52 espécies em sedimentos abaixo da camada do período do impacto e as mesmas 52 em sedimentos acima, ou mais recentes.

“Não encontramos sinal de uma única espécie que foi extinta como resultado do impacto de Chicxulub”, afirmou Gerta.

A pesquisadora sugere que a extinção poderia ter sido causada por erupções vulcânicas massivas ocorridas na atual Índia. Os eventos teriam liberado enormes quantidades de gases e poeira que poderiam ter bloqueado grande parte da luz solar e causado efeito estufa de grande dimensão.

O artigo de Gerta Keller e outros pode ser lido por assinantes do Journal of the Geological Society em http://jgs.geoscienceworld.org.

Fonte: http://www.agencia.fapesp.br/materia/10408/divulgacao-cientifica/impacto-nao-fulminante.htm

NOTA:

Este é mais um exemplo que em ciência não existe verdade absoluta; o que era aceito como verdade a tantas gerações pode, de um artigo científico para outro, podem se tornar teorias ultrapassadas.

Micro e Macroevolução; O pesadelo de Darwin

Micro e MacroEvolução

Publico com todo carinho este compacto material que tive o prazer de apresentá-lo num pequeno encontro criacionista que aconteceu na Igreja Adventista do Sétimo Dia – Central de Cuiabá, num sábado a tarde.

Segundo Darwin, a microevolução explicaria a macroevolução, pois bem, ai está o problema, não é bem isso que podemos perceber por ai.

O exemplo clássico são as diversas variações de cães que existem, dentro de uma mesma espécie. Ou seja, não originaram NOVAS ESPÉCIES (modificações morfológicas), mas sim variações dentro do mesmo epíteto específico (modificações em sua maioria bioquímicas e pequenas modificações morfológicas).

Realmente, vale a pena se aprofundar no assunto.

Vida celular inteligente? Ou fruto do acaso?

Este vídeo, "The Inner Life of the Cell" (A Vida no Interior da Célula), foi produzido pela Biovisions, da Universidade Harvard. É muita complexidade num espaço mínimo. Como explicar o surgimento de tudo isso na base de mutações cegas filtradas pela seleção natural?

Fonte: http://criacionista.blogspot.com/2009/04/vida-no-interior-da-celula-fruto-do.html