O estranho é relativo


Primeiro foi a notícia da estranha criatura que intriga a população de uma cidade do Panamá. Morto por cinco adolescentes em um lago de Cerro Azul, o ser não identificado é apontado como extraterrestre, mas pode ser apenas um animal ainda não catalogado pelos biólogos ou com problemas de formação. A notícia logo se espalhou pela cidade. Ouvido pela rede de jornalismo Telemetro, o especialista em vida silvestre do órgão nacional de meio ambiente Melquiades Ramos disse que o caso está sendo investigado e que as características da criatura são "muito peculiares". Segundo jornais panamenhos, cinco adolescentes entre 14 e 16 anos estavam em torno do lago, no sábado (12), quando viram uma criatura bizarra saindo de uma gruta. Assustados com sua aparência e com medo de serem atacados, os jovens atiraram pedras até matá-la e a jogaram na água.


Logo mais, outra notícia com certa semelhança: estudiosos e pescadores tiveram uma surpresa durante uma experiência no litoral norte da Bahia. Eles levaram um susto, pois nunca tinham visto um peixe tão estranho. Ele não tem carne, nem pele, nem escama. É formado por uma massa que mais parece gelatina. O peixe foi capturado durante uma viagem de pesquisa do projeto Tamar. O peixe estava a quase mil metros de profundidade. “Parece um animal pré-histórico”, diz o pescador Jucinei Evangelhista. O curioso é como um animal desse tamanho passou tanto tempo despercebido. Ele pesa cerca de 40 quilos e é do tamanho de um homem alto. O oceanógrafo Claudio Sampaio, professor da Universidade Federal da Bahia (UFBA) confirma que não há registro desse peixe em nenhuma publicação científica.

Fonte: O dia dos seres estranhos

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P.S.: Agradeço ao blog Criacionismo, do Jornalista Michelson Borges pela matéria.

O “estranho” é relativo! Como assim? Vejamos:

O que é “difícil” ? Clareou? Não né! Tudo bem…

Sabe aquele calculo que matemática, com aquela fórmula enorme, que o professor explica, explica e não entra na sua cabeça como usar aquilo, quando usar aquilo ou o porquê de alguém ter “inventado” aquilo? Pois bem, aquele novo conteúdo é classificado por sua mente difícil, daí voce comenta com seu colega ao lado:

- Nossa, como esta matéria está difícil!

Passado alguns dias (ou até meses, para alguns) você finalmente compreende o novo conteúdo e seu cérebro compila as informações e armazena em seu “disco virtual”.

Ao recordar do conteúdo, perceba que ele não vem mais com aquela classificação de difícil, como viria anteriormente.

Seguindo a mesma lógica, eu lhe pergunto:

- O que é estranho? (Do ponto de vista das Ciências Biológicas)

Pois bem, estranho para seres humanos que são limitados em conhecimento e que, ainda não utilizam toda a sua capacidade limitada da razão cerebral, será aquilo que é difícil de explicar ou que, racionalmente, não temos explicação.

Todavia, não é porque um organismo vivo encontrado nos aparenta ser estranho, que aprova o fato de que ele não viva na Terra tanto tempo como nós.

Estes seres tratados na matéria acima são exemplos disso.

Todo bom Biólogo reconhece que ainda existem milhões de espécies ainda não descritas pela ciência. Tanto que, quando vários pesquisadores quando se reúnem e decidem estudar o fundo do mar, por exemplo, voltam com dezenas de novas espécies para publicação. E não é necessário ir tão longe, em nossa própria Floresta Amazônica, já aconteceu isso anos atrás.

Isso demonstra que pouco sabemos ainda do planeta em que vivemos. Mas alarmistas e sensasionalistas, claro, além de ufólogos e adeptos destas pseudo-ciências vão sair em defesa que é um E.T., etc.

Veja abaixo duas apresentações em slides de novas espécies e observe bem, como estas novas espécies são seres “estranhos”.

A verdade sobre os GIGANTES

“Ora, naquele tempo havia gigantes (nefilim) na Terra” (Gn. 6:4)

Os israelitas tinham várias tradições acerca dos nativos de seu país. Estavam convencidos de que estes tinham sido homens de tamanho gigantescos e lhes davam diversos nomes: nefilim, refaím, os descendentes de Anac, os emim e zuzim, descendentes de zamzummim. Os emim e zuzim moravam às margens do rio Jordão, enquanto os filhos de Anac acreditavam ter sido moradores nas proximidades de Hebrom. Og, rei de Basán, a oeste do mar da Galiléia, era considerado um dos últimos da linhagem dos refaím; sua famosa cama de ferro, segundo os israelitas, media 4 metros de comprimento e 1,80 de largura, conforme Deuteronômio 3:11. Os espias israelitas enviados por Moisés desde o deserto para que fizessem um reconhecimento da “terra que mana leite e mel”, voltaram com um terrível relatório: “a terra que cruzamos e exploramos é uma terra que devora seus habitantes; o povo é de grande estatura. Vimos ali os filhos de nefilim, filhos de Anac: nós parecíamos gafanhotos perto deles e assim também como tal eles nós viam” (Números 13:32).

gigantes - tamanho dos pésFigura 1 – Comparativo do tamanho dos pés de Hommo sapiens.

A Arqueologia, até a presente data, não encontrou nenhuma evidência da existência de tais gigantes, exceto, talvez, uma exceção. Se trata dos filhos de Anac. Foram encontrados no Egito, um grande número de fragmentos de cerâmica datados depois do ano 2000 a.C. que citam os nomes dos inimigos do faraó. Esta lista estava escrita sobre recipientes de argila que eram quebrados em pedaços, logo depois. A prática tinha objetivo ritualístico, pois do mesmo modo que os vasilhames eram quebrados, os rebeldes, segundo a crença dos Egípcios, seriam derrotados. Entre os vários nomes destes “rebeldes”, está mencionado uma tribo palestina cujo nome coincide praticamente com Anac e devia compreender pelo menos três clãs, uma vez que citava nomes de três líderes. Não é seguro, no entanto, afirmar cientificamente que haja uma relação entre os anaquitas e os citados na Bíblia, pois se trata da única descoberta que se relacionam com os nomes dos nativos da terra dos israelitas.

gigantes - fotosFigura 2 – Robert Wadlow (1918-1940) de 2,71 m usando um sapato tamanho 37 (EUA) ou 52 (Brasil).

Sobre a existência de gigantes sobre a Terra, ainda não há evidências próximas ao Oriente que tivessem existido ali pessoas com estatura acima dos padrões normais para nós, apesar de que temos conhecimento algumas razões para o surgimento dessas crenças e, posteriormente, tradições. Os espias de Moisés relataram que as cidades dos países eram muito grandes e que seus muros “alcançavam os céus” (Dt. 1:28; Nm. 13:28). Hoje sabemos que eles não exageravam. Era lógico que falassem de gigantes depois de haverem vivido a simples existência nômade no deserto de Sinai-Midiã e encontrassem de frente à cidades cananeas, geralmente construídas sobre os montes. Pois estas cidades possuíam muralhas de espessura que podia chegar a 4,50 metros e uma altura máxima de 15 metros. Muitas vezes eram construídas de blocos enormes. Não é de se estranhar que aqueles homens se sentiam como “gafanhotos”. Os israelitas não eram os únicos neste sentido. Os antigos gregos tinham os mesmos pensamentos acerca de gigantes. Ao contemplarem as muralhas de antigas cidades, chegaram a conclusão que só podia ser obras de gigantes; em conseqüência, circulava entre eles a tradição de que tais muralhas haviam sido construídas pelos ciclopes, uma raça de homens com um olho apenas relatado por Homero, sendo artífices de estatura gigantesca vindos da Ásia Menor. Disso se derivou o termo conhecido como ciclópeo.

Referência Utilizada:

WRIGHT, George Ernest. Arqueologia Bíblica. Editora Cristiandad: Madrid, 2002. p. 125-6 Disponível em: < http://books.google.com/books?id=oFx516yFWAsC&lpg=PP1&ots=IyADwrsIRK&dq=arqueologia%20b%C3%ADblica&pg=PP1#v=onepage&q=&f=false> Acesso em: 6 ago. 2009. Traduzido por Hugo Hoffmann.

Prêmio Comunicando Jesus – 2009

É com grande entusiasmo que anunciamos abertamente que o blog CIÊNCIA DA CRIAÇÃO está concorrendo ao PRÊMIO COMUNICANDO JESUS 2009.

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UM POUCO DE HISTÓRIA

Desde que o Senhor me resgatou das mãos do inimigo, edificou minha casa sob a rocha e começou um processo de instrução em seu conhecimento divino senti o desejo intenso de compartilhar estudos e informações do cunho científico.

Em meu coração ardia a chama de contribuir para a aproximação de Deus e a Ciência entre os homens, algo que foi separado pelo pecado e, atualmente, incentivado negativamente pelos meios de comunicação tendenciosos e cientistas falaciosos.

E a cada passo, sentia que a realização deste sonho estava mui próximo de acontecer. Foi então que em 2006 entrou no ar o protótipo do atual Ciência da Criação, naquela época, tinha o nome de CriacionismoXCiência publicado pelo serviço conhecido como HPG do IG.

Desenvolver era uma dificuldade para quem nunca realizou um curso sobre o assunto e o curso de informática mais recente é do ano de 1997 onde o sistema operacional da época era o Windows 3.1, antecessor do Win95.

Depois de algum tempo sem atualização, o projeto foi posto novamente à ativa quando conheci a praticidade que o Blogspot oferecia e, enfim, meu sonho se realizaria em DEZEMBRO de 2007, quando entrou no ar o blog CIÊNCIA DA CRIAÇÃO.

Tal qual a conhecida frase “ordem e progresso” está para a bandeira nacional, nosso lema "A CIÊNCIA CONFIRMANDO AS OBRAS DE DEUS”, vem demonstrar a luta que este blog resolveu enfrentar num mundo virtual contaminado por uma ciência que rejeita outras evidências que não apoiem o modelo atual para explicação da origem do universo  e da vida na Terra.

Ciente de que ainda temos muito a melhorar, entramos neste ano para concorrer com outros grandes irmãos que dedicam tempo ao Serviço do Senhor neste mundo virtual. Tenho a certeza que todos mereceriam este troféu, pois o inimigo certamente tem colocado obstáculos para o andamento deste trabalho, é assim comigo e com todos, tenho esta certeza.

Mas certo estou que todos nós receberemos das mãos do próprio Deus o maior galardão, que é a vida eterna.

Enfim, abaixo segue o link para quem se sentir à vontade e fazer sua votação.

(Clique na imagem para ser redirecionado à votação)

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