2012 – O Fim do Mundo (Slides)

Disponibilizo abaixo o estudo acerca da PROFECIA MAIA do fim do mundo para 2012 em slides, adaptado do programa Evidências do Dr. Rodrigo P. Silva.

Abaixo da apresentação, encontra-se o link onde o leitor poderá fazer o download da palestra completa e sem alguns erros de formatação que o servidor onde postei o documento interferiu.

 

2012 - O Fim do Mundo

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2012 - O Fim do Mundo?

Será mesmo o fim de tudo?

O mundo irá acabar em 2012, conforme predição de uma civilização antiga?

 

O Dr. Rodrigo P. Silva, Doutor em Teologia Bíblia, Especialista em Arqueologia Bíblica pela Universidade Hebraica de Jerusalém, nos responde acerca destes e outros questionamentos que surgiram após o lançamento do filme “2012. O FIM DO MUNDO” pela SonyPictures em novembro de 2009, que está baseado numa profecia Maia que aponta como o fim do mundo no dia 24 de Dezembro de 2012.

 

2012 - Fim do Mundo 03

 

PARTE I – O MUNDO ACABARÁ EM 2012?

 

PARTE II – O MUNDO ACABARÁ EM 2012?

 

PARTE III – O MUNDO ACABARÁ EM 2012?

 

Mais informações acerca do “lado” que o filme não mostra, clique no link abaixo.

 

http://www.ofimdomundo.com.br/

Deus x Ciência: E a Hipótese da Parcialidade Revelada

Por muito anos tenho percebido que a mídia e a maioria das revistas ditas científicas tem procurado alimentar uma guerra que não existe, ao meu ver.

 

Há um esforço, quase uniforme, pelos meios de comunicação em manter uma posição contrária à harmonia entre um Criador e a Ciência moderna, como nós conhecemos hoje.

 

Prefiro não citar nomes, mas foi essa constância difamatória que me fez ser cético quando à relação de Deus com a Ciência, principalmente quando eu era (quase) ateu e evolucionista. É como se eu fosse o dono de um carro e um comprador interessado me oferecesse o valor ideal que eu achava que valia no momento da venda, mas vários outros compradores, que demonstraram tanto interesse no carro quanto o primeiro, também o quisessem comprar, porém, apresentavam inúmeros defeitos aparentes com objetivo maior de reduzir o valor bruto do automóvel.

 

Dado um certo dia, me perguntei:

 

“Porque eles (a mídia) são tão imparciais em relação à uma harmonia entre Deus e a Ciência?”

Neste momento eu encontro uma orientação nas Escrituras no livro de Deuteronômio 29:29 que diz:

 

“As coisas encobertas pertencem ao SENHOR nosso Deus, porém as reveladas nos pertencem a nós e a nossos filhos para sempre, para que cumpramos todas as palavras desta lei.”

 

Neste versículo acima, Deus está se referindo também a Ciência. Ou seja, existem muitos questionamentos, quer sejam meramente naturalísticos, quer sejam de total rigor e metodologia científica que não encontraremos uma resposta final, ou uma conclusão absoluta, isso já foi revelado por Moisés há cerca de 3400 atrás.

 

A Ciência nos mostra que não sabemos utilizar toda a capacidade de nosso cérebro, na verdade, a ciência ainda não conhece todos os mecanismos envolvidos neste órgão de tamanha complexidade, fato interessante é que até hoje estudam o cérebro de Albert Einstein, em artigo publicado na Revista Veja, edição n.° 2135 de 21/10/2009 apresenta algumas conclusões de pesquisadores que estudaram o cérebro deste gênio:

 

1) A neurocientista Sandra Witelson da Universidade MacMaster, Canadá, descobriu que existem alterações nos sulcos cerebrais, só encontradas em 500 pessoas. O lobo parietal, área responsável pelo raciocínio visual e matemático era 15% maior em Einstein.

 

2) A anatomista Marian Diamond da Universidade da Califórnia, EUA, utilizando lâminas com amostras de Einstein que foram coletadas depois de sua autópsia, descobriu que existe uma concentração maior que a normal de células gliais, sobretudo no lobo parietal inferior. Essas células facilitam a comunicação entre os neurônios e sugere que as conexões no cérebro dele eram excepcionalmente velozes.

 

Entre outros…

Interessante é salientar que até mesmo o autor do artigo, o Sr. Leandro Narloch, conclui que:

 

“A inteligência é a mais intrigante das capacidades do cérebro humano” (p.99)

 

Sua complexidade revela-se no seu conceito, dado mais abaixo na mesma página citando a definição de Shane Legg da Universidade de Cálculo e Neurociência da Faculdade de Londres, onde diz:

 

“A definição técnica inclui a capacidade de tomar decisões, o poder de agir de maneira rápida e sensata em diversas circunstâncias, além de considerar que o indivíduo esteja apto a aprender, a se adaptar rapidamente, que tenha boa memória, capacidade de foco e pensamento rápido, lógico e soluções criativas para novos problemas” (p.99-100)

 

Mas para quê você está dando toda esta volta? Você pode estar se perguntando neste momento. E eu lhe respondo, não tão romanticamente como Sherlock Holmes, todavia, é elementar, meu caro Watson, para que possamos aceitar que nossa compreensão acerca de nosso conhecimento ser limitado e isso entra em consenso com o que Moisés disse acima.

 

O assunto é tão complexo que quando eu li esta definição de INTELIGÊNCIA, fiquei muito triste. Pois eu então não me enquadraria nela. Conheço minhas limitações e sei que o meu raciocínio requer um curto mas necessário espaço tempo para fluir raciocínios lógicos, como se fosse um trem à vapor, que precisa de carvão desde o início, mas anda lentamente até que atinge uma constância de movimento.

 

Nem tudo nós poderemos entender! Aceitar isso é ser científico também… E Deus é tão maravilhoso, que ele deixa um espaço aberto para estudarmos aquilo que está “revelado”, por isso sou contra a idéia da imagem que criaram (advinha quem criou?) de “crente com baixo teor racional em utilização” e “cientistas inteligente”. Sim, é claro, que para ser um cientista tem que ser muito inteligente, porque não é fácil estudar mecânica quântica, ou princípios da física, ou sistemas genéticos, enfim, mas infelizmente existem muitos cientistas que se deixam levar por outros de inteligência inferior, como também existem crentes bem racionais. Não temos o direito de rotular ninguém.

 

Em cima de Deuteronômio 29:29 eu tenho uma teoria, a qual denominei HIPÓTESE DA PARCIALIDADE REVELADA e é sustentada por dois pilares principais:

___________________________________________________

1) PARTE REVELADA:

Trata-se de todos fenômenos naturais, físicos, químicos e sistemas biológicos de baixa, média e alta complexidade, bem como suas interações que podem ser testáveis empiricamente ou repetidos em laboratório das quais podem ser postuladas as leis científicas, ou seja, é aquilo que Deus deixou evidências claras e abertas, sem que ao mesmo tempo, pudesse interferir em nosso processo pessoal de escolha em seguí-lO ou não, sendo assim, sem sobrepor o nosso direito de crer ou não, de ter fé nEle ou não.

2) PARTE NÃO REVELADA:

Trata-se daquilo que não podemos repetir acuradamente em laboratório e das quais a ciência, por não poder concluir pela falta de evidências decisivas, se limita a postular teorias e hipóteses, como é esta que proponho. E isto eu incluo: a origem do universo, origem da Terra, origem da vida na Terra, entre outros. Neste grupo estão tudo aquilo que nossa mente não consegue compreender pela nossa limitação de produtividade cerebral.

___________________________________________________

 

Perceba que este conflito entre Ciência e Deus existe apenas nas mentes de pessoas que, infelizmente, apesar da enorme boa vontade de assimilar novos conhecimentos, permanecem alienados a algunas linhas de pensamentos baseadas em seres humanos com pensamentos limitados.

 

Quer um exemplo? Se você se limita a conhecer Deus através da visão de Richard Dawkins, vai conhecer um Deus tirano, que permite que seus filhos morram e que o planeta entre em destruição para seu próprio divertimento.

 

Todavia, se buscar conhecer a Deus, verdadeiramente como Ele é, não com base em crentes fundamentalistas ou usurpadores de dízimo, mas sim nas Escrituras e na vida daqueles realmente são seguidores de Jesus, irá conhecer um Deus de amor, que mesmo tendo sua maior criação, o ser humano, se revoltado contra Ele, elaborou um plano de amor e redenção com objetivo de aproximar-se do ser humano e fica triste ao ver que o planeta que Ele criou com tanto carinho está sendo destruído pelo nosso modo capitalista e consumista de vida, onde compramos mais do que precisamos, usamos água indiscriminadamente mesmo sabendo que menos de 1% da água do planeta é própria para consumo, queremos adquirir um carro para cada membro da família enquanto muitos tem pouco, por causa da discrepância enorme de um sistema de governo que detém na mão de poucos a maior parte da riqueza do país, etc, etc e etc.

 

Já viu aquele ditado: “Quando um não quer, dois não brigam” ? Pois bem, afirmo com toda certeza que do lado de Deus não há pensamento e nem este clima de briga.

 

Então, quem alimenta esse conflito?

Porque alimentam este conflito?

 

O livro A Linguagem de Deus, escrito pelo diretor do projeto genoma, Dr. Francis Collins, ele traz algo interessante a este respeito a qual denomina A HIPÓTESE DE DEUS:

 

“Se Deus existe, é sobrenatual,

Se Ele é sobrenatural, não é limitado pelas leis naturais.

Se não é limitado pelas leis naturais, não há motivo para que seja limitado pelo tempo.

Se não é limitado pelo tempo,

Ele está presente no passado, presente e futuro.”

(p.87-88)

 

Um recente amigo me perguntou se os milagres são SOBRENATURAIS ou NATURAIS. Se pensarmos que são sobrenaturais, acreditamos que eles estão acima das leis da natureza, pelo menos as que conhecemos até hoje, todavia, podemos aplicar aqui a HIPÓTESE DA PARCIALIDADE REVELADA descrita acima. Qualquer conclusão que você chegar, pelo fato de não poder se testada, será uma teoria.

 

Quanto aos que conhecem e convivem com o lado da ciência que conhecesse a verdade, mas insiste em publicar inverdades, por causa de interesses financeiros, políticos ou religiosos, o Filósofo cristão Paulo, adverte:

 

“Porque do céu se manifesta a ira de Deus sobre toda a impiedade e injustiça dos homens, que detêm a verdade em injustiça” (Romanos 1:18)

 

Enfim, acredito e defendo que todo cristão tem a oportunidade de encontrar evidências suficientes para complementar a sua fé em Deus, como Criador e Planejador Inteligente de todo Universo.

 

A Gravitationally Lensed Quasar1280_wallpaper

Não consigo, sinceramente, não me maravilhar com imagens como esta, onde nos faz sentir tão pequenos diante de tantas galáxias presentes nesta imagem, principalmente, ao imaginar que cada pontinho deste, pode ter o seu sistema solar, com seu sol ou sóis, e seus planetas e suas estrelas, etc. Somos pequenos, inferiores, limitados e ainda insistimos em pensar como estarmos no centro do universo, hipótese que Galileu derrubou a muito tempo.

 

Somos habitantes de um pequeno planeta de uma pequena galáxia, de um pequeno sistema solar, que permite todas as condições necessárias para que a vida se desenvolvesse da forma que a conhecemos.

 

De onde poderia ter surgido um pensamento tão profundo quanto ao que o Rei Davi teve ao contemplar os céus e dizer:

“Os céus manifestam a glória de Deus (…)” (Salmos 19:1)

 

Que lógica é esta que nos obriga a recusar que um Deus de amor, cuidadosamente planejou todos os detalhes para que neste planeta tivesse vida de seres criador à sua imagem e semelhança?

 

A VERDADE tem apenas um caminho! Que Deus lhe abençoe na descoberta do mesmo…

 

Finalizo com esta célebre frase:

 

"Um pouco de ciência nos afasta de Deus. Muito, nos aproxima."
(Louis Pasteur)

As moedas de José no Egito

Segue abaixo a tradução, na íntegra, de um artigo publicado pelo The Middle East Media Research Institute (MEMRI) no dia 24 de Setembro de 2009 em seu Special Dispatch (Despacho Especial) n.° 2561 traz a seguinte descoberta:

 

MOEDAS DO TEMPO DE GOVERNO DE JOSÉ NO EGITO FORAM ENCONTRADAS [1]

 

De acordo com reportagem publicada no Diário Egípcio Al-Ahram, por Wajih Al-Saqqar, arqueólogos descobriram moedas antigas do Egito com o nome e a imagem de José Bíblico.

Joseph egyptian-coins Figura 1 – Moedas egípcias da época de José.

 

Versículos do Corão que indicam claramente que moedas eram usdas no Egito no tempo de José.

 

Em um achado inédito, um grupo de arqueólogos descobriu um esconderijo de moedas do tempo dos faraós. Sua importância reside no fato de fornecer provas científicas decisivas refutando a alegação de alguns historiadores que os antigos egípcios não estavam familiarizados com moedas e conduziam seu comércio à base de escambo.

 

Os pesquisadores descobriram tais moedas quando peneirado através de pequenos artefatos arqueológicos armazenados [os cofres do] Museu do Egito. [Inicialmente] acharam que fossem simples amuletos, mas uma análise mais acurada revelou que as moedas tinham o ano em que foram cunhadas e o seu valor, ou as esfígies do faraó [que governou] no momento de sua cunhagem. Algumas das moedas são comtemporâneas a data em que José viveu no Egito.

 

Costumava haver um equívoco que o comércio [no Antigo Egito] foi realizado através de permuta, e que o trigo egípcio , por exemplo, foi trocado por outros bens. Mas, surpreendentemente, os versículos do Corão indicam claramente que as moedas eram utilizadas no Egito, na época de José.

 

O líder da equipe de pesquisadores, Dr. Sa’id Thabet Muhammad, em relação à sua pesquisa arqueológica a respeito do profeta José disse ter descoberto nos cofres da Autoridade de Antiguidades [Egípcia] e do Museu Nacional, muitos amuletos de vários períodos, anteriores e posteriores ao de José, incluindo um que tem a sua esfígie como Ministro da Fazenda da corte do faraó egípcio.

 

O Dr. Sa’id Thabet acrescentou que ele mesmo examinou os sarcófagos de diversos faraós afim de buscar que tais moedas poderiam ser usadas como amuletos ou outro tipo de ornamentos, e que ele realmente encontrou evidências que tais achados eram realmente moedas utilizadas no antigo Egito. Quando encontraram tais moedas, se depararam com alguns versos no Corão que tratam de moedas que eram utilizadas no Egito na época de José, como este:

“E eles venderam ele (José), por um preço baixo, um número de moedas de prata, eles não atribuíram nenhum valor a ele” (Alcorão 12:20)

 

Em outro texto diz:

“[Também] Qarun [2] diz sobre o seu dinheiro: ‘Este tem sido dado a mim por causa de um certo conhecimento que eu tenho” (Alcorão 28:78)

OS ESTUDOS REVELARAM QUE AQUILO QUE OS ARQUEÓLOGOS ACHAVAM SER MEROS AMULETOS OU ORNAMENTOS, ERAM NA VERDADE MOEDAS.

 

Segundo o Dr. Thabet, os estudos são baseados em publicações sobre a III Dinastia, uma das quais afirma que a moeda egípcia da épocada era denominada como deben e possuia o valor de um quarto de um grama de ouro. Esta moeda é mencionada em uma carta escrita por alguém chamado Thot-nehet, um inspetor real das pontes do Nilo. Nas cartas a seu filho, ele mencionou que alugava terras em troca de moedas de deben e produtos agrícolas.

 

Outros textos desta dinastia e da VI e VII Dinastias mencionam uma moeda chamada Shati, cujo valor foi igual ao deben. Há também um retrato de um mercado egípcio mostrando ser efetuado por permuta, mas um dos vendedores põe a palma da mão para cima, pedindo que o comprador dê um deben em troca da mercadoria.

 

Estudos realizados pela equipe do Dr. Thabet revelaram que a maioria dos arqueólogos levaram estas moedas como se fossem amuletos, enfeites ou adornos, o que na verdade eram moedas [com objetivo comercial]. Diversas evidências [levam à esta conclusão]: O fato de que muitas moedas foram encontradas em vários sítios arqueológicos, também ao fato de terem o formato ovalado ou arredondado [como as nossas], e ao fato de terem duas faces: uma com a inscrição e outra com uma imagem, assim como as que nós usamos hoje.

 

O achado também é baseado no fato de que um lado possuía a inscrição do nome do reino EGITO, uma data e um valor, enquanto que na outra face tinha gravada tinha o nome e a imagem de um dos faraós egípcios antigos, seus deuses ou algum símbolo relacionados a estes. Outro fato é que as moedas são de diferentes tamanhos e confeccionadas de diferentes materiais: marfim, pedras preciosas, cobre, prata, ouro, etc.

 

500 DESTAS MOEDAS FORAM RECENTEMENTE DESCOBERTAS NO MUSEU DO EGITO, ONDE FORAM INICIALMENTE CLASSIFICADAS COMO AMULETOS E ARMAZENADAS EM CAIXAS LACRADAS.

O pesquisador ainda salientou que que as moedas feitas de metais preciosos ou pedras normalmente tinham um buraco nelas, como ornamento de uma mulher, permitindo que elas sejam utilizadas ao redor do pescoço e do peito. Algumas delas, que tinham imagem de deuses ou pequenas orações ou encantamentos foram encontradas entre os pertences da múmia e também colocados sobre o peito, próximo ao coração, algumas delas tinham a forma de escaravelho.

 

UMA MOEDA TINHA COMO SÍMBOLO UMA VACA, CONFORME O SONHO DO FARAÓ SOBRE OS TEMPOS DE FARTURA E FOME.

Os pesquisadores encontraram moedas de diferentes períodos de cada Dinastia, como também moedas com gravuras especiais que as identificam como sendo contemporâneas a José e seu governo do Egito. Dentre estas, havia uma com a imagem de uma vaca e uma inscrição fazendo referência ao sonho do Faraó sobre as sete vacas gordas e as sete vacas magras, como também os sete talos de grãos secos e verdes e os sete talos de grãos bons. Constatou-se que as inscrições deste período eram geralmente simples, pois a escrita ainda estava em seus estágios iniciais e, consequentemente, houve dificuldade em decifrar a escrita das moedas. Mas a equipe do Dr. Thabet conseguiu decodificar a mensagem contida nas moedas com auxílio de textos hieroglíficos antigos.

 

O nome de José aparece duas vezes nesta moeda, escrita em hieróglifo: Uma vez com o nome original Joseph, e outra com o nome de batismo dado pelo faraó Saba Sabani, quando ele se tornou o Ministro da Fazenda Egípcio. Há também uma imagem de José, que fazia parte do governo na época.

 

O Dr. Sa’id Thabet tem convidado do Conselho de Antiguidades do Egito e o Ministério da Cultura [deste país], para intensificar os esforços [para incentivar] o domínio [do conhecimento e] da História do Antigo Egito e da Arqueologia e promover a investigação destas moedas que ostentam o nome de faraós egípcios e seus deuses. Isto, segundo o pesquisador, permitira a correção de equívocos prevalecentes na história do Antigo Egito.

 

[1] Al-Ahram (Egypt), September 22, 2009.

[2] This is the Koranic name of Biblical Korah.

 

Fonte: http://memri.org/bin/articles.cgi?Page=archives&Area=sd&ID=SP256109

 

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NOTA:

De início, prefiro mater-me um tanto cético, até que outros pesquisadores possam ter acesso e realizar seus estudos sobre este assunto, com objetivo de nos oferecer embasamento sobre o achado. Todavia, caso seja realmente confirmado, como até então os argumentos nos têm mostrado, será mais uma evidência que a Arqueologia Bíblica traz à luz da ciência e que confirma um relato Bíblico. O que fortalece as palavras do Dr. Rodrigo P. Silva quando diz que “nunca encontrei nenhuma evidência que tenha sido fruto de pesquisa com rigor verdadeiramente científico que a Arqueologia revelou ser contrariamente ao relato bíblico”.

A Bíblia, no livro de Gênesis 37:28 também traz algo acerca da questãos das moedas:

“Passando, pois, os mercadores midianitas, tiraram e alçaram a José da cova, e venderam José por vinte moedas de prata, aos ismaelitas, os quais levaram José ao Egito.” [RC]

Todavia, vale ressaltar que existem diferenças para o termo "moedas” aplicado acima, outras traduções trazem o seguinte:

RA (Almeida Revista e Atualizada):

(…) e o venderam aos ismaelitas por vinte siclos de prata”.

 

NTLH (Nova Tradução na Linguagem de Hoje):

(…) o tiraram do poço e venderam aos ismaelitas por vinte barras de prata”.

 

De qualquer forma, sendo uma moeda totalmente bem desenvolvida ou não, este valor de troca comercial que o povo de Israel conhecia poderia muito bem ter sido trago como fator de influência de outros reinos, como o caso do Egito.

A cada vez mais, estudar a Bíblia me fascina, principalmente quando a ciência nos oferece um caminho seguro confirmando as obras do nosso Deus.

 

O que mais a Arqueologia diz sobre JOSÉ NO EGITO?

Clique aqui e descubra!

“Deus, um delírio”: O Debate

Este é o título do último e mais famoso livro do ateu Richard Dawkins, conhecido internacionalmente por sua comprometida defesa da Teoria de Darwin.

 

No ano de 2007 uma instituição resolveu promover um debate acerca deste livro e para isso convidou o próprio autor, para defender o Ateísmo e o Dr. John Lenoxx, matemático e Prof. da Oxford University, para defender o Cristianismo.

 

Com certeza, debates assim, de cunho científico e com pessoas entendidas em suas respectivas áreas é que nos devem fornecer embasamento para nossas decisões ou mudanças de cosmovisões, caso seja este o caso.

 

Os vídeos estão particionados devido ao seu tamanho e abaixo publico a parte 1 de 11, os outros você poderá acessar através dos links subsequentes, nesta postagem.

 

 

Parte 2 – Clique aqui

Parte 3 – Clique aqui

Parte 4 – Clique aqui

Parte 5 – Clique aqui

Parte 6 – Clique aqui

Parte 7 – Clique aqui

Parte 8 – Clique aqui

Parte 9 – Clique aqui

Parte 10 – Clique aqui

Parte 11 – Clique aqui

 

Apesar de extenso, vale a pena prender a atenção a cada argumento apresentado de ambas as partes e, no final, cabe o seu julgamento, o seu direito de escolher qual posição merece sua consideração moral.

Curso Bíblico – Série Princípios

Para você que tem interesse em aprender ou aprofundar os conhecimentos já existentes e não sabe onde ou quem procurar, o blog CIÊNCIA DA CRIAÇÃO disponibiliza gratuitamente o curso da SÉRIE PRINCÍPIOS.

 

Trata-se de uma série de 11 revistas que apresentam temas diversos e com importantes assuntos bíblicos, mas de uma forma de fácil compreensão e inovadora, diferente dos estudos bíblicos convencionais.

 

Seja curioso, experimente!

 

 

Clique nas lições abaixo para visualizá-las, no final de cada lição tem o link para fazer o download através do 4Shared:

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Lição 01 – Um pulo no escuro

Lição 02 – Trabalho escolar

Lição 03 – Tem Deus um livro?

Lição 04 – O sonho

Lição 05 – A pedra

Lição 06 – Bem e Mal

Lição 07 – Uma mancha no paraíso

Lição 08 – Se arrependimento matasse

Lição 09 – O preço do presente

Lição 10 – Matemática de Deus

Lição 11 – Um dia para aliviar o estresse

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Princípios – Lição 11 – Um dia para aliviar o estresse

Principios - Lição 11 - Um dia para aliviar o estresse

 

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Princípios – Lição 10 – Matemática de Deus

Principios - Lição 10 - Matemática de Deus

 

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Princípios – Lição 09 – O preço do presente

Principios - Lição 09 - O preço do presente

 

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Princípios – Lição 08 – Se arrependimento matasse

Principios - Lição 08 - Se arrependimento matasse

 

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Princípios – Lição 07 – Uma mancha no paraíso

Principios - Lição 07 - Uma mancha no paraíso

 

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Princípios – Lição 06 – Bem e Mal

Principios - Lição 06 - Bem e Mal

 

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Princípios – Lição 05 – A Pedra

Principios - Lição 05 - A Pedra

 

Para fazer o download clique aqui

Princípios – Lição 04 – O Sonho

Principios - Lição 04 - O Sonho

 

Para fazer o download clique aqui

Princípios – Lição 03 – Tem Deus um livro?

Principios - Lição 03 - Tem Deus um livro

 

Para fazer download clique aqui

Princípios – Lição 02 – Trabalho escolar

Principios - Lição 02 - Trabalho escolar

 

Para fazer o download clique aqui

Princípios – Lição 01 – Um pulo no escuro

Principios - Lição 01 - Um pulo no escuro

 

Faça o download deste estudo aqui.

Como as frutas ficam maduras?

 

BananaVerde

Um cacho de bananas pendurado na bananeira ou na banca de frutas do supermercado geralmente está verde, bem duro e nada saboroso. Com o passar do tempo, as frutas se tornam macias e doces.

 

O que as faz amadurecer é uma substância química natural que, na forma sintética, é usada para produzir canos e sacolas plásticas de PVC (cloreto de polivinil) – um fito-hormônio gasoso chamado etileno. Durante milhares de anos se utilizaram várias técnicas para incrementar a produção do etileno, mesmo sem saber da sua existência.

 

etileno_glicol

Antigos colhedores de frutas egípcios abriam os figos com um corte para acelerar o amadurecimento, e fazendeiros chineses colocavam peras em salas fechadas onde queimavam incenso. Pesquisas revelaram mais tarde que cortes e temperaturas elevadas estimulam a produção de etileno nas plantas.

 

 

Em 1901, o cientista russo Dimitry Neljubow notou que as plantas ao redor de um gasoduto apresentavam um crescimento anormal. Ao analisar a causa, verificou que um vazamento da tubulação liberava vapores de um composto identificado como etileno. Três décadas depois pesquisadores descobriram que as plantas não apenas reagem ao etileno como também podem produzi-lo: ao talhar a fruta com uma faca, a produção do gás aumentava.

 

 

Posteriormente descobriu-se que as plantas produzem etileno em diversos tecidos em resposta a estímulos além do estresse decorrente do calor e cortes. Isso acontece durante certas condições de desenvolvimento para orientar a germinação das sementes, a mudança de cor das folhas e o fenecimento das pétalas das flores. Por se difundir facilmente, o gás pode se deslocar através da planta de célula para célula bem como para plantas vizinhas, servindo como um sinal de alerta de perigo próximo e de ativação de sistemas defensivos apropriados.

Receptores especiais nas células vegetais se prendem ao etileno. Os primeiros genes vegetais conhecidos envolvidos nesse processo, ETR1 e CTR1, foram identificados em 1993.

 

Receptores ETR1 e CTR1

Eles impedem a ativação dos genes da maturação até que o etileno seja produzido e, quando isso acontece, o ETR1 e o CTR1 se desligam, o que provoca uma reação em cascata que finalmente prende outros genes que produzem várias enzimas: pectinase para quebrar as paredes celulares, promovendo o amolecimento da fruta, amilase para converter carboidratos em açúcares simples e hidrolase para reduzir a quantidade de clorofila da fruta, o que resulta na mudança da cor.

 

Essas alterações atraem os animais que consomem as frutas, dispersando suas sementes maduras não digeridas por meio das fezes [nunca é demais lembrar que reações em cascata são sistemas de complexidade irredutível. Como poderiam funcionar sem que todos os fatores necessários estivessem plenamente evoluídos e interconectados? E essa interação entre plantas e animais no processo de dispersão das sementes, como surgiu?].

 

O caminho percorrido pelo etileno, desde sua produção até respostas finais como a morte de células, ainda intriga os cientistas. As plantas terrestres são os únicos organismos conhecidos que contêm um sistema de resposta completo.

 

cianobactérias

As cianobactérias são sensíveis ao etileno, mas não se sabe se podem produzi-lo. Esses micro-organismos [sic] têm um gene semelhante ao ETR1, mas não tem o gene CTR1, portanto seu sistema de resposta ao etileno deve ser diferente do das plantas terrestres. As algas verdes, geralmente situadas entre as cianobactérias e as plantas terrestres na árvore evolucionária, não são sensíveis ao etileno, por isso interessa aos pesquisadores saber como as respostas ao etileno saltaram diretamente das cianobactérias para as plantas terrestres.

 

evolucao-do-homem-com-a-comida

[É mais uma evidência de que a tal “árvore evolutiva” está mais para ficção... Genes complexos e funções que exigem grande aporte de informação genética surgem de repente, sem explicação ou ancestralidade. Durma-se com um enigma desses...]

 

Fonte: http://criacionista.blogspot.com/2009/11/como-as-frutas-ficam-maduras.html