Drosophila - celula tubo
ScienceDaily (9 de fevereiro de 2010) - Cientistas no Instituto de Pesquisa Biomédica de Barcelona (IRB) relataram sobre a formação de tubos de pequeno diâmetro, com função respiratória em mosca Drosophila - um processo que se assemelha ao desenvolvimento do mais fino vaso sanguíneo, os capilares, em mamíferos.

Esses tubos ou capilares, são formados por uma única célula, ligando os tubos principais do sistema respiratório com órgãos e tecidos, fornecendo assim oxigênio. O estudo foi publicado na revista Current Biology, parte do grupo Cell.
 
jcasanova_big
Jordi Casanova (foto ao lado), professor do CSIC que lidera um grupo de biologia do desenvolvimento no IRB Barcelona, aborda a expressão do gene que leva à formação de diferentes partes de um organismo. Revelando o desenvolvimento dos tubos respiratórios Drosophila ser relevantes porque os genes e os mecanismos envolvidos são muito semelhantes aos presentes nos sistemas respiratório e circulatório dos mamíferos.
 
"Nosso estudo explica a formação dos mais pequenos tubos que se desenvolvem para transportar nutrientes e oxigênio aos tecidos", afirma Casanova.
 
A formação capilar está fortemente ligada ao desenvolvimento de tumores uma vez que estas têm a capacidade de gerar novos capilares para obter mais nutrientes, em um processo conhecido como angiogênese. Com efeito, uma das estratégias em estudo para evitar o crescimento do tumor é inibir a formação dessas rotas de abastecimento.
 
Estudando a transformação das células-tubo in vivo
 
Os tubos medem apenas alguns mícrons de diâmetro (um mícron equivale a um milésimo de milímetro) e são formados dentro de uma célula. O alongamento de uma célula e o desenvolvimento de um tubo ocorrem simultaneamente.
 
"Se um tecido ou órgão requer oxigênio, envia um sinal para as células do tubo principal. Nesse momento, uma única célula começa a se alongar para o seu objetivo, enquanto que o tubo está se desenvolvendo dentro. É como colocar um dedo em uma enrugada luva: o material que estica conforme o dedo entra"
 
A fim de acompanhar o processo in vivo, os investigadores filmaram o desenvolvimento dos embriões sob um microscópio. Veja o vídeo abaixo:
 
   
 
"A observação em tempo real do desenvolvimento do embrião nos permitiu ver o que acontece em todo o organismo e para entender a interação com os tecidos vizinhos. Depois, usando técnicas de biologia molecular, nós identificamos os elementos que participam deste processo", explica o primeiro autor do estudo, Louis Gervais, pós-doutorado no grupo de Casanova.
 
O sinal que emitem as células do tecido é chamado de fator de crescimento fibroblástico (FGF) e a célula do tubo reage ativando o soro fator de resposta (SRF), que é o mesmo gene, que é ativo nos capilares do sistema circulatório nos mamíferos.
 
"Nós descobrimos como este mecanismo genético funciona dentro da célula para garantir a sua reorganização e para a transformação de células-tubo", afirma Casanova.
 
Os investigadores identificaram os dois principais ativos: A Actina - uma proteína ligada ao movimento de células, que se concentra na ponta da célula onde ele vai começar a alargar – e o Microtúbulos, fibras muito finas que âncora de um lado para actina e do outro para o lado oposto da célula.
 
Drosophila
A rede de microtúbulos é como trilhos de viagens ao longo do qual os componentes a serem incorporadas, tanto para a membrana externa da célula e da membrana interna do tubo de modo que ambos crescem, enquanto a actina atua como um explorador, indicando a direção do crescimento. Assim, o conjunto de actina e microtúbulos organiza o alongamento da célula e crescimento de tubo em direção ao tecido-alvo.
 
Fontes Utilizadas:
[3] - http://www.irbbarcelona.org/index.php/en/videos/casanova

_________________________________________________

NOTA:

Mais uma evidência que revela falhas conceituais dos evolucionistas, evidências estas produzidas pela verdadeira ciência, aquela descomprometida com esta ou aquela cosmovisão, mas que busca a verdade acima de tudo. Aquela ciência que não depende do financiamento de uma “revista científica” e precisa omitir dados que foram verificados em laboratório porque não “combinam” com a linha editorial da revista de fulano ou de siclano.

Sinceramente, não espero que o “mundo científico” um dia aceite o Design Inteligente como teoria científica que é, como outro argumento explicador do funcionamento complexo de toda vida. O que percebemos é a falta de justiça que há no meio evolucionista em não oferecer espaço aberto para a discussão científica do Design Inteligente. Jó, certa vez teceu alguns questionamentos pertinentes a todos nós:

Seria porventura o homem mais justo do que Deus? Seria porventura o homem mais puro do que o seu Criador?
(Jó 4:17)

expelled-flyer-for-blog

Está disponível no YouTube o documentário “Expelled, no inteligence allowed”, traduzido ao portugues como “Expulso: não se permite inteligência”, trata-se de um documentário indesejado pelos Evolucionistas, pois mostra a realidade da falta de liberdade de expressão a teorias contrárias ao Darwinismo pela comunidade científica e acadêmica e a discriminação que sofrem os que não aceitam o Evolucionismo.

Abaixo publico o player do YouTube que permite assistir, na sequencia, todos os vídeos legendados em portugues.

O êxodo que não existiu

Com objetivo de esclarecer ao querido leitor sobre algumas falsas informações que são divulgadas pela internet, publico na íntegra este artigo retirado do site Criacionismo.com.br do jornalista Michelson Borges.

___________________________________________________

êxodo - mar vermelho

Já perdi a conta de quantos e-mails recebi e recebo com boatos e "lendas urbanas" (hoaxes) que sempre encontram alguém crédulo o bastante para acreditar nelas e as espalhar aos quatro ventos. São mensagens como aquela segundo a qual os computadores da Nasa teriam descoberto o "dia longo" relatado no livro bíblico de Josué. Ou, então, uma das mais "novas": teriam sido descobertas as rodas das carruagens do faraó que perseguiu os hebreus quando da fuga do Egito em sua passagem pelo Mar Vermelho. Essa e outras "descobertas" são atribuídas a um enfermeiro anestesista e arqueólogo amador chamado Ron Wyatt, falecido em 1999.

Infelizmente, falsas evidências acabam por lançar descrédito sobre a Bíblia em lugar de autenticá-la. Evidências arqueológicas seguras há aos montões, por isso, aqueles que creem no Livro Sagrado não precisam (e não devem) se valer de boatos infundados para tentar atrair a atenção das pessoas.

A Revista Adventista deste mês traz um artigo do especialista em Arqueologia Bíblica Dr. Rodrigo Silva. No texto, intitulado "O êxodo que não existiu", ele analisa as tais evidências falsas de Wyatt. Eis aqui alguns trechos da matéria:

"Por mais de uma vez tive [diz Rodrigo] a oportunidade de visitar, com a equipe arqueológica da Universidade Andrews, os locais a que Wyatt faz referência. Coletamos dados, fizemos análises, entrevistas, etc. e, depois de tudo isso, posso afirmar, sem temor de erro, que essas descobertas são completamente falsas."

Segundo o Dr. Rodrigo, Wyatt também dizia saber o local onde fora escondida a Arca da Aliança. Depois de sua morte, seu substituto e principal aliado, Richard Rives, conseguiu autorização especial para escavar no local onde Wyatt disse ter visto e até fotografado a Arca. Porém, nada foi encontrado.

"[Wyatt] sustentava que o Golfo de Áqaba, perto de Nuweiba, seria o local da travessia dos hebreus. Ali, num trabalho arqueológico submarino, Wyatt disse ter encontrado ossos humanos e rodas das carruagens de faraó cobertas de corais..."

Numa foto publicada na internet e disseminada num PowerPoint via e-mail, aparece uma roda de "ouro" (como ele foi preservado depois de 3.400 anos submerso em água salgada, Wyatt não explica) com quatro raios (aro quádruplo), mostrando semelhança com algumas rodas de carruagens antigas expostas em museus.

"O que Wyatt não contou", diz Rodrigo, "é que os egípcios tinham dois tipos de carruagem: uma para a guerra, com aro sêxtuplo (...) e uma para passeios ocasionais, a quádrupla, que ele disse ter encontrado. Se a dita roda fotografada por Wyatt fosse mesmo autêntica, teríamos de perguntar por que faraó teria usado carruagens de passeio para perseguir o povo hebreu e deixado em casa as carruagens de guerra?"

As peças fotografadas por Wyatt provavelmente provieram de navios cargueiros que afundaram na região entre 1869 e 1981. A cidade de Hurghada, no norte do Mar Morto, chega a abrigar um sítio turístico para mergulhadores que desejam ver destroços de navios naufragados ali.

E Rodrigo conclui:

"Não acreditemos apressadamente em tudo o que se diz na internet, nem propaguemos o boato através de e-mails do tipo FWD. A descoberta de uma fraude pode colocar em descrétido a verdadeira mensagem que devemos anunciar."

____________________________________________________

Complexidade Natural

atomo2
Agência FAPESP – Como átomos e moléculas se reúnem para formar aglomerados intrincados é algo que há muito tempo tem chamado a atenção de cientistas. O interesse é grande, pois desvendar os segredos dos designs da natureza permitiria um desenvolvimento ímpar na engenharia de sistemas artificiais.
 
Em artigo na edição desta sexta-feira (29/1) da revista Science, pesquisadores da Universidade Harvard, nos Estados Unidos, desvendam algumas pistas de como e por que grupos de átomos e moléculas adotam formas e padrões menos simétricos e, ao mesmo tempo, geometricamente mais complexos e flexíveis.
 
A resposta está relacionada a um conceito familiar na física: a entropia. Os pesquisadores, liderados por Vinothan Manoharan e Michael Brenner, tomaram como ponto de partida do estudo brinquedos de montar compostos por peças magnéticas no qual bastões e esferas são reunidos em formas geométricas.
 
atomo1Figura 1 – Molécula da água. 
 
Na pesquisa, o grupo usou partículas coloidais – uma suspensão química comum em alimentos semi-sólidos como maionese – para simular o comportamento de aglomeração de átomos e moléculas.
 
Para permitir a formação de aglomerados, colocamos algumas minúsculas esferas de poliestireno em túneis cilíndricos microscópicos cheios de água. As partículas agiram como esferas ‘grudentas’ e naturalmente se reuniram da mesma forma como as moléculas e átomos fazem”, disse Manoharan.
 
Os pesquisadores esperavam a formação de desenhos mais simples e altamente simétricos, mas dois fenômenos relacionados se manifestaram quando o número de partículas usado no experimento chegou a seis ou passou de nove.
 
Seis partículas podem formar um octaedro simétrico e um mais complexo tritetraedro. Em termos de estrutura química, cada um dos desenhos resulta em 12 arestas e na mesma quantidade de energia potencial.
 
Como a energia potencial era igual, Manoharan e colegas acharam que as duas formas ocorreriam na mesma proporção. Mas, para surpresa deles, o tritetraedro ocorreu 20 vezes mais frequentemente do que o octaedro.
 
octaedroFigura 2 – Representação gráfica de um octaedro. 
 
A única explicação possível para isso é a entropia. A maioria das pessoas acha que entropia é uma medida de ‘desordem’, mas sua definição mais adequada é simplesmente o número de maneiras diferentes na qual um punhado de partículas se agrupa”, disse o cientista.
 
Como o número de estruturas possíveis com nove partículas ou mais é muito extenso, os pesquisadores se centraram nas chamadas estruturas flexíveis. A ausência de rigidez ocorre quando um aglomerado tem a metade de um octaedro que divide pelo menos um vértice, permitindo que o agrupamento gire sem quebrar e forme outra aresta – algo facilmente observável nas peças magnéticas de montar.
 
Como podem se mover de maneira flexívei, os aglomerados não rígidos têm alta entropia vibracional. Em casos com nove ou mais partículas, os aglomerados simétricos não aparecem tão frequentemente devido à entropia rotacional. A capacidade de rotacionar é útil, uma vez que permite que os aglomerados tenham arestas extras”, explicou Manoharan.
 
Como regra geral, os pesquisadores verificaram que, para todos os aglomerados de até oito partículas e para um determinado número de estruturas com até 12 partículas, as estruturas mais simétricas ocorreram com menos frequência.
 
O artigo The free-energy landscape of clusters of attractive hard spheres (10.1126/science.1181263), de Michael Brenner e outros, pode ser lido por assinantes da Science em www.sciencemag.org.
 
Fontes Utilizadas:
[1] – IMAGENS:
 
___________________________________________________
 
NOTA:

Optei por manter o mesmo título do artigo original propositalmente. Muito me agrada quando encontro artigos de cientistas sinceros e comprometidos com a Verdade.

Desvendar os designs da natureza (…)”[sic]

Perceba a humildade intelectual e o compromisso com a ciência na frase acima. É uma afirmação que quase nada ainda conhecemos da natureza. Mesmo com tanto, é pouco diante da imensidão das maravilhas naturais. Mas o que mais me surpreendeu na frase acima retirada do texto original é que ela praticamente clama ocultamente a um Planejador. Pois se existe um DESIGN, deve existir, consequentemente, um DESIGNER. Relojoreiro cego só na mente fértil de Dawkins. Um relógio, com todo seu mecanismo intrínseco e complexo de funcionamento não seria formado pela união ao acaso de peças que foram se juntando e começaram a funcionar, do nada.

ENTROPIA

O autor do artigo, Manoharan, sobre ela explica:

A maioria das pessoas acha que entropia é uma medida de ‘desordem’, mas sua definição mais adequada é simplesmente o número de maneiras diferentes na qual um punhado de partículas se agrupa”

A Teoria do Evolucionismo traz como cerne de sua estrutura conceitual a idéia de que a evolução das espécies tende à ordem biológica, ou seja, ao organismo melhor adaptado ao meio, melhor reprodutor, melhor em sua caça e melhor em fugir do seu predador. Todavia, ao que se percebe, isso vai contra a 1° Lei da Termodinâmica que trata sobre a Entropia.

Leia o conceito sobre entropia abaixo:

O estado inicial do universo tinha menor entropia e, portanto, o físico americano Richard Philips Feynman (1918-1988) propôs que ‘é preciso adicionar às leis físicas a hipótese de que o universo era mais ordenado, em um sentido técnico, no passado do que atualmente’”.
(FILHO et al. Astronomia & Astrofísica, Ed. Liv. Física, 2004, p.242)

O interessante de tudo isso é que a Bíblia nos mostra que estamos vivendo, desde a entrada do pecado no mundo, em uma DEGRADAÇÃO do ser humano e do meio ambiente. A isto, se encaixa, perfeitamente a entropia. Outro detalhe que não podemos deixar de analisar é:

Em ciência uma LEI é algo que já está provado e não cabe discussões, pois dela não há variações. Mas o que se percebe por aí é uma TEORIA que vai contra uma LEI, se valendo superiormente sobre a mesma. Perai, mas isso é certo, o leitor deve estar me perguntando? Nâo, não é. Mas talvez o conceito de “certo” ou “ético” fique engavetado em muitas mesas de edição de revistas ditas científicas.

E graças aos pseudo-cientistas é que a cada dia mais creio em um Deus Criador, Sustentador e Mantenedor de toda vida no universo.

Os céus declaram a glória de Deus e o firmamento anuncia a obra das suas mãos” (Salmos 19:1)

da BBC Brasil
 

peixes
Parte piada, parte mito, a memória dos peixes tem sido catalogada como a mais efêmera do mundo animal.
 
Porém um estudo feito por pesquisadores australianos concluiu que os peixes não somente podem se lembrar de seus predadores por pelo menos um ano como também têm uma capacidade de aprendizagem excelente.
 
"Isto significa que seu comportamento é, ao contrário do que se pensava, altamente flexível", disse à BBC o coordenador do estudo, Kevin Warburton, pesquisador do Instituto de Terra, Água e Sociedade da Universidade Charles Sturt, na Austrália.
 
Segundo Warburton, que analisou em detalhes o comportamento dos peixes de água doce da Austrália e em particular a perca prateada, peixe comum na região, os peixes podem lembrar de seus predadores mesmo após um único encontro.
 
Esta habilidade para lembrar também se aplica a qualquer objeto que represente uma ameaça. Por exemplo, "se um peixe morde um anzol e consegue escapar, guarda esta experiência em sua memória e é muito difícil que volte a morder um anzol numa segunda oportunidade", explica o pesquisador.
 
"Por causa do desconhecimento sobre o comportamento dessas criaturas, pode-se cometer o erro de achar que quando não há pesca em uma região determinada é porque se esgotaram os recursos ou os peixes foram embora dali, quando na realidade o que pode estar ocorrendo é que os peixes estão ali, mas não caem na armadilha", afirma Warburton.
 
 
Associação
 
Os peixes aprendem também a conhecer em profundidade seu ambiente e associam a abundância de alimentos ou os perigos com determinados lugares. Eles utilizam esta informação para identificar vias de escape caso apareça uma ameaça e também para traçar suas rotas favoritas.
 
Outra característica dos peixes, segundo Warburton, é a sofisticação do processo para a tomada de decisões.
 
Por exemplo, "eles preferem a companhia dos peixes que lhe parecem familiares, já que podem ler seu comportamento mais facilmente". "Eles também escolhem se unir a um cardume porque nadar em grupo lhes traz benefícios em termos de proteção diante dos predadores e na busca de alimentos", explica o pesquisador.
 
Para colocar a memória dos peixes à prova, Warburton e sua equipe estudaram os peixes em seu entorno natural. Analisaram sua relação com as características próprias de seu habitat e depois transferiram alguns exemplares a uma série de tanques de laboratório.
 
Lá, os especialistas ofereceram a eles diferentes opções, colocando alimentos em diferentes áreas do tanque e os enfrentando com predadores para estudar seus movimentos e suas reações.
 
Para Warburton, a habilidade dos peixes para lembrar e para aprender é tão complexa que "estudar seu comportamento nos permitirá aprender algo também sobre nossa própria conduta".
 
Imagem Fonte: http://blogmais.files.wordpress.com/2008/04/1181168946_1.jpg

____________________________________________

NOTA:

Mais uma vez percebemos que o ser humano com a sua ciência ainda pouco conhece sobre os seres vivos que nos cercam. E a cada dia temos visto chegar a nosso conhecimento através de pesquisas científicas demonstrando que todos os seres vivos são especiais e tem capacidades desconhecidas.

Sugiro ao leitor a leitura de um artigo que publiquei sobre este assunto:


Para finalizar, deixo aqui uma reflexão pertinente:

Faça perguntas às aves e aos animais, e eles o ensinarão, peça aos bichos da terra e aos peixes do mar e eles lhe darão lições, todas essas criaturas sabem que foi a mão do Senhor que as fez.”
(Jó 12:7-9 NLTH)

Related Posts with Thumbnails

Blogger Template by Blogcrowds